“Highway 101” – Uma canção ensolarada que é candidata imediata a hit. Pra fechar os olhos e se imaginar na rodovia 101 de Los Angeles a 80 milhas por hora. Outro excelente refrão.
“Don’t Take Me for Granted” – A faixa mais conhecida do disco antes de seu lançamento. Foi executada pela primeira vez em 2000, num concerto beneficente para a família de Dennis Danell. A letra é belíssima, a melodia soa como uma versão mais emotiva de alguma música de White Light e Johnny “Two Bags” Wickersham acerta a mão com arranjos sutis.
“Footsteps on my Ceiling” – Um blues à moda do Social D, acrescido de órgão e um clima meio Stones. Bela canção.
“Nickels & Dimes” – Rock’n’roll alto astral que parece saído de Somewhere Between Heaven and Hell. Escrita em parceria com Wickersham, a letra já começa com “I’m a cadillac tramp”, uma óbvia referência à banda anterior do guitarrista. A dupla abusa de termos descolados que fazem a letra simplória parecer algo realmente cool (jogadores, cafetões, poetas de cárcere e rebeldes sem causa que vivem sempre atrás de algum trocado). Os backing vocals voltam a chamar a atenção.
“I Wasn’t Born to Follow” – Apesar do título, não é uma cover da música dos Byrds que está na famosa trilha de Easy Rider. Esse punk rock com ótimo refrão já vem sendo tocado ao vivo há alguns anos, mas a versão de estúdio traz alguns efeitos de guitarra adicionais e ótimos backings. À essa altura, já dá para perceber que Sex, Love and Rock’n’Roll é uma usina de hits.
“Winners and Losers” – Uma balada de chorar com a assinatura de Mike Ness. Interpretação emocionante, guitarras classudas e uma letra que fala sobre as escolhas que fazemos na vida. Linda, linda…
“Faithless” – Você ainda está arrepiado com “Winners and Losers” e outra balada bluesy surge com um órgão discreto, belo refrão e a Les Paul de Ness. Dizer o quê?
“Live Before You Die” – Refrão ensolarado numa música que faz a ponte entre os primórdios de Mommy’s Little Monster e o rock’n’roll enfezado de White Light, White Heat, White Trash.
“Angel’s Wings” – Uma das canções mais lindas da discografia do Social Distortion. Jóia rara de inspiração com letra, solos e interpretação vocal perfeitas. Nada mais apropriado para encerrar um álbum clássico.
“Don’t Take Me for Granted” – A faixa mais conhecida do disco antes de seu lançamento. Foi executada pela primeira vez em 2000, num concerto beneficente para a família de Dennis Danell. A letra é belíssima, a melodia soa como uma versão mais emotiva de alguma música de White Light e Johnny “Two Bags” Wickersham acerta a mão com arranjos sutis.
“Footsteps on my Ceiling” – Um blues à moda do Social D, acrescido de órgão e um clima meio Stones. Bela canção.
“Nickels & Dimes” – Rock’n’roll alto astral que parece saído de Somewhere Between Heaven and Hell. Escrita em parceria com Wickersham, a letra já começa com “I’m a cadillac tramp”, uma óbvia referência à banda anterior do guitarrista. A dupla abusa de termos descolados que fazem a letra simplória parecer algo realmente cool (jogadores, cafetões, poetas de cárcere e rebeldes sem causa que vivem sempre atrás de algum trocado). Os backing vocals voltam a chamar a atenção.
“I Wasn’t Born to Follow” – Apesar do título, não é uma cover da música dos Byrds que está na famosa trilha de Easy Rider. Esse punk rock com ótimo refrão já vem sendo tocado ao vivo há alguns anos, mas a versão de estúdio traz alguns efeitos de guitarra adicionais e ótimos backings. À essa altura, já dá para perceber que Sex, Love and Rock’n’Roll é uma usina de hits.
“Winners and Losers” – Uma balada de chorar com a assinatura de Mike Ness. Interpretação emocionante, guitarras classudas e uma letra que fala sobre as escolhas que fazemos na vida. Linda, linda…
“Faithless” – Você ainda está arrepiado com “Winners and Losers” e outra balada bluesy surge com um órgão discreto, belo refrão e a Les Paul de Ness. Dizer o quê?
“Live Before You Die” – Refrão ensolarado numa música que faz a ponte entre os primórdios de Mommy’s Little Monster e o rock’n’roll enfezado de White Light, White Heat, White Trash.
“Angel’s Wings” – Uma das canções mais lindas da discografia do Social Distortion. Jóia rara de inspiração com letra, solos e interpretação vocal perfeitas. Nada mais apropriado para encerrar um álbum clássico.
Fonte: Rockpress

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